SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

Escuta Yaoshor'u! Yaohushua é o nosso Criador; o Eterno é um Só!

Será este o Tempo para a Destruição do Domo da Rocha Islâmico em Yahshua'oleym?

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O Plano dos Illuminati prevê a demolição do Domo da Rocha antes do aparecimento do Anticristo. Surpreendentemente, agentes provocadores islâmicos é que serão os responsáveis pela destruição!

A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!! Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

Edição de oCaminho

O Plano dos Illuminati prevê que o Domo da Rocha islâmico será feito em pedaços imediatamente antes do Cristo maçônico — o novo Davi — aparecer em Jerusalém/Yah’shua-oléym. Mas, os Illuminati querem que os árabes [diga-se, palestinos] destruam seu próprio “sítio sagrado” para que possam então lançar a culpa pela destruição sobre Israel/Yaoshor’ul, desse modo unindo instantaneamente o mundo islâmico contra o Estado judaico.

Leia o que diz o Plano dos Illuminati a respeito do Domo da Rocha. O autor iluminista Peter Lemesurier escreveu um livro muito interessante, em que descreve em grandes detalhes como o vindouro Anticristo enganará os judaicos a pensarem que ele é o “messias” que eles estão aguardando. Leia o que ele escreveu:

"Para que o messias apareça, precisa ser criado. E criar o messias... é tanto uma questão de humanidade quanto de divindade... Sem dúvida, existem muitos judaicos... que estarão dispostos a considerá-lo como seu longamente aguardado messias. Alguns islamitas podem ter uma visão similar... pode ser possível ao novo Davi entrar montado em Jerusalém em toda sua refulgente majestade. Observe a expressão 'entrar montado em um jumento', conforme profetizado em Zc 9:9... seria aconselhável para o novo Messias repetir isso, com o jumento e tudo... O trajeto da procissão estará, é claro, diretamente após o ribeiro de Cedrom, o mais perto possível do monte do Templo... ele precisará ser corretamente entronizado e ungido com azeite [um símbolo, no Salmo 45:6-7] entre as ruínas do Domo da Rocha..”. [The Armageddon Script (O Roteiro do Armagedom), págs. 233-35].

Você entendeu? O Plano para produzir o Anticristo (o Novo Davi) prevê que, quando ele aparecer no lado oriental de Jerusalém/Yah’shua-oléym, montado sobre um jumento, exatamente como Yaohushua fez no dia que o mundo chamado cristão chama de “domingo de Ramos” [que sabemos ter sido em um sábado], ele irá até as "ruínas do Domo da Rocha"! O Plano prevê a explosão do Domo da Rocha como um modo de iniciar a planejada Terceira Guerra Mundial*.

Nota do Caminho:  Os illuminatis tem sua própria escatologia e portanto, ignoram que antes do Armagedom, ocorrerão 5 outras pragas...

Incrivelmente, quatorze anos atrás, o então líder palestino Yasser Arafat deixou escapar em uma entrevista o fato que os árabes serão o instrumento pelo qual o Domo da Rocha será destruído. Leia com atenção...

Resumo da Notícia: "Arafat: Sítios Sagrados Serão os Primeiros Alvos", YOWUSA.COM, 11 de setembro de 2000, Marshall Masters.

"Em uma inflamada entrevista com Chritiane Amanpour, da CNN, na última quinta-feira, Yasser Arafat pode ter muito bem revelado onde o próximo conflito iniciará... A entrevista completa foi ao ar na manhã de domingo, no programa World News, da CNN, durante a qual Arafat percebeu que tinha deixado escapar algo inadvertidamente e encerrou de forma abrupta a entrevista, removendo o microfone que estava preso em sua roupa. Ele então se retirou bruscamente do minúsculo recinto em que a entrevista estava sendo feita, cercado por assessores palestinos com semblantes de preocupação em suas faces. Algo foi dito que não deveria ter sido dito”.

"Durante a maior parte de sua entrevista com Christiane Amanpour, da CNN, ele habilidosamente se desviou das perguntas dela com respostas superficiais usuais... Sem se deixar atemorizar, Amanpour retornou à mesma questão da soberania compartilhada a partir de um ângulo completamente diferente perguntando a Arafat se ele prolongaria o processo de paz. Amanpour perguntou: '—Seria mais seguro e melhor para o Sr. estender este estado de coisas, que algumas pessoas dizem que é uma contemporização"? Arafat respondeu: '... Eu tinha mencionado e prometido ao meu povo, à minha nação, minhas religiões, o cristianismo e o Islã e não vou traí-los. Continuarei a libertar todos os locais sagrados islâmicos. Se não eu (disse apontando para si mesmo), outro virá para libertá-los'".

"Neste ponto, a linguagem corporal de Arafat mudou pronunciadamente. Era óbvio que os esforços insistentes de Amanpour o estavam incomodando. Ele mudou de sua posição usual descontraída, começou a se inclinar para frente em sua cadeira e começou a apontar insistentemente o dedo para Amanpour... neste ponto na entrevista Amanpour estava da mesma forma se tornando mais intensa, se não pessoal. Foi então que ela estruturou sua próxima pergunta com uma declaração simples que obviamente inflamou Arafat. '—Seu povo quer um futuro econômico...'".

"O impacto dessa simples afirmação foi óbvio. Amanpour estava essencialmente implicando que a economia é o principal objetivo para a maior parte dos palestinos. Com essa declaração, a tensão entre os dois subiu um grau a mais e Arafat disse: "'—Para nós, palestinos, nossos primeiros alvos são nossa terra (a terra dos locais sagrados)'. Neste ponto, Arafat se inclinou em direção a ela e perguntou se ela sabia quais eram os locais sagrados. Depois de expressar alguns pensamentos desconexos, ele subitamente se inclinou de volta para sua cadeira e imediatamente mudou sua linguagem corporal. A mudança foi inequívoca. Ele obviamente reconheceu que tinha dito alguma coisa que não teria dito se estivesse no controle da entrevista. Ele fingiu um rápido sorriso e anunciou que a entrevista estava encerrada. Em seguida, começou a retirar o microfone que estava preso na lapela e um assessor palestino muito preocupado entrou no estúdio de gravação para ajudá-lo a retirar o microfone”. Ele saiu sem se despedir, deixando Amanpour chocada”.

Yasser Arafat falava muito bem em público e tinha um excelente domínio da língua inglesa, de modo que é altamente improvável que ele tenha deixado de compreender o significado das palavras que usou ao falar em inglês, até mesmo os significados implícitos.

Chocantemente, Arafat também possuía outro segredo profundo, que parece que permitiu que escapasse aqui; ele conhecia o plano militar e paramilitar exato com o qual os árabes irão atacar Yaoshor’ul em um futuro não tão distante! Quando estive na Inteligência do Exército, constantemente eu era lembrado a sempre estar em uma posição mental defensiva forte e ativa, para nunca revelar acidentalmente alguma informação secreta em uma conversa casual com uma pessoa que não estivesse autorizada a recebê-la.

Acredito ser altamente provável que Arafat tenha acidentalmente deixado escapar duas partes muito importantes do Plano dos Illuminati para colocar em cena o Anticristo. Quando notou que tinha deixado escapar, ele abrupta e rudemente encerrou a entrevista. No dia seguinte, em 8 de setembro de 2000, Arafat entrou em um avião e retornou para Gaza. Os Illuminati devem ter ficado furiosos com ele por causa de sua gafe.

Vamos agora examinar essa importantíssima entrevista.

A primeira coisa que chamou minha atenção foi a afirmação dele: "—Eu tinha mencionado e prometido ao meu povo, minha nação, minhas religiões, o cristianismo e o Islã, e não vou traí-los. Continuarei a libertar todos os lugares sagrados islâmicos. Se não eu (disse apontando para si mesmo), outro virá para libertá-los”. Aposto que você não sabia que Arafat estava lutando em seu nome, para "libertar" Jerusalém e os lugares sagrados, sabia? À primeira vista, pensei que Arafat estava simplesmente afirmando que trabalhava para os cristãos [libertando Jerusalém/Yah’shua-oléym das mãos dos yaoshorul’itas], embora nem um cristão no mundo compartilhe dessa visão.

Mas, então, meu coração parou quando reli a última frase desta sentença: Arafat disse que, se ele não libertasse Jerusalém/Yah’shua-oléym e os locais sagrados do controle judaico, "outro viria para libertá-los". Os cristãos nascidos de novo e que crêem na Bíblia estão esperando que esse "outro" logo apareça na cena internacional, não é mesmo? Ele chamará a si mesmo de "cristo", mas sabemos que será o Anticristo. Arafat sabia que o Anticristo está vindo e o considerava seu aliado na luta contra os judaicos!

Esta declaração confirma que, quando o Anticristo surgir, ele parecerá trabalhar pelos árabes, e que os árabes acreditarão que isso é verdadeiro. Ele afirmará ser Maomé que retornou, e os árabes acreditarão nele, embora ele também afirmar ser o Messias judaico e agirá de forma deliberada para "cumprir" todas as profecias messiânicas do Velho Testamento. Como o Anticristo realizará essa imensa tarefa é respondida pela seguinte afirmação do apóstolo Paulo/Sha’ul: "E por isso o CRIADOR lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira”. [II Ts 2:11].

Muitos estudiosos da Bíblia acreditam que essa declaração signifique que qualquer pessoa que tenha rejeitado a mensagem da salvação antes do Arrebatamento receberá sobre si essa "operação do erro", para que não possa mais ser salva; entretanto, nunca aceitei essa interpretação, pois o contexto desse verso é o Anticristo e seus seguidores. A operação do erro que o CRIADOR enviará será para os tipos da Nova Era, que há muito tempo trabalham e meditam para possibilitar o aparecimento do Anticristo. Mas, o CRIADOR também enviará a operação do erro para os grupos de pessoas que há muito tempo resistem à mensagem do Evangelho e que há muito tempo odeiam Seu povo escolhido, os judaicos!

Acreditamos que é altamente provável que o CRIADOR possa enviar essa "operação do erro" sobre todas as pessoas perdidas durante o tempo em que permitirá que o Anticristo propague a "Mentalidade Universal" para todos os povos do mundo. Assim, a humanidade ficará sob uma dupla condenação: 1) Será enganada pelo Anticristo a aderir entusiasticamente à sua nova Mentalidade Universal; 2) Receberá a "operação do erro" (uma forte enganação) que será enviada pelo CRIADOR, que garantirá que ela aceite o Anticristo e seu programa com um entusiasmo radical.

Por mais interessante que essa revelação pareça ser, que Arafat estava esperando pelo tempo em que "outro", possivelmente o Anticristo, aparecesse na cena para conseguir aquilo que ele não conseguiu, sua próxima gafe foi realmente séria e, provavelmente, foi a que o levou a tomar um avião no dia seguinte e retornar para Gaza. Arafat pareceu exasperado que alguém pudesse acreditar que os palestinos estivessem motivados por meras razões econômicas, pois a batalha deles contra Yaoshor’ul é mais fundamentalmente religiosa do que a imensa maioria das pessoas do mundo pode acreditar.

Arafat queria que as pessoas soubessem que a aversão dos palestinos contra Yaoshor’ul tinha base religiosa. Ele disse: "—Nós, palestinos (pausa) temos como primeiros alvos nossa terra — a terra dos lugares sagrados”.

Uau!!! Você compreendeu a importância dessa afirmação? Primeiro de tudo, Arafat admitiu que suas forças militares têm alvos planejados para destruição; uma afirmação que claramente revela seus planos de GUERRA contra Yaoshor’ul!! Mas, em segundo lugar, Arafat revelou que os primeiros alvos contra os quais os palestinos voltarão suas armas são os lugares sagrados do Islã! Certamente, se o Domo da Rocha for reduzido a montões de pedras, os árabes de todo o mundo quererão acusar Yaoshor’ul e farão isso alegremente se os palestinos se isentarem de qualquer responsabilidade e acusarem os judaicos primeiro. Instantaneamente, em um "piscar dolhos", mais de um bilhão de muçulmanos estarão gritando e exigindo vingança contra os seis milhões de judaicos que vivem em Yaoshor’ul. Haverá uma marcha de um bilhão contra seis milhões, porém os israelitas vencerão novamente (Zc 12)!

A glória do CRIADOR verdadeiramente está prestes a ser revelada para o mundo.

Enquanto o mundo aguarda e se preocupa com a possibilidade de uma guerra irromper se e quando o Estado Palestino for declarado unilateralmente, o modo mais fácil e certeiro de iniciar uma guerra total entre Yaoshor’ul e as nações islâmicas seria a destruição do Domo da Rocha islâmico! Dezenas de milhões de árabes enfurecidos de todo o Oriente Médio ocupariam as ruas de todas as grandes cidades, exigindo que seus governos intervenham militarmente para corrigir esse atentado absurdo!!! Além disso, os líderes palestinos seriam capazes de negar qualquer responsabilidade ou conhecimento do ataque, embora seus agentes provocadores tenham perpetrado a explosão.

Em seguida, o cenário dos palestinos iniciarem essa guerra, atacando Yaoshor’ul com força a partir de dentro, começaria a se desdobrar. Quando Yaoshor’ul acionar suas forças militares e deslocá-las para o interior do país para lidar com a "Força Policial" dos palestinos, já treinada em estratégia militar e armada com armamentos antitanque e anti-aéreos, os exércitos regulares da Síria, Jordânia e Egito atacarão com força total.

Arafat deve ter ficado em maus lençóis com os Illuminati ao revelar o Plano deles de provocar a Terceira Guerra Mundial, que colocará o Anticristo na cena internacional!

Neste ponto, você pode perguntar: "—Por que Arafat participaria no plano de destruir o terceiro sítio mais sagrado para o Islã?" Esta pergunta é muito boa e quando você compreender a resposta, ficará maravilhado ao ver como as massas islâmicas foram condicionadas ao longo dos anos.

Arafat conhecia um fato religioso que 95% de todos os árabes na população em geral não conhece: os livros sagrados do Islã não consideram Jerusalém/Yah’shua-oléym ou o Monte do Templo como sítios sagrados! O muçulmano mediano tem sido enganado por seus líderes. Alguém em alta posição de autoridade quer que o muçulmano mediano acredite que Jerusalém/Yah’shua-oléym e o Monte do Templo são sagrados para o Islã. Se eles acreditarem nessa mentira, então facilmente ficarão enfurecidos quando o Domo da Rocha islâmico for destruído e a culpa for lançada sobre os judaicos! Como é fácil, muitas vezes, iniciar uma guerra!

Gershon Salomon, fundador da organização Fiéis do Monte do Templo, explica esta situação de uma forma bem clara: "Nos livros sagrados do Islã e na história islâmica, Jerusalém não é mencionada uma única vez", disse Solomon, observando que o Alcorão não referencia Jerusalém. "Mesmo durante o tempo em que a Jordânia tinha o controle sobre a cidade, eles poderiam ter feito de Jerusalém a capital palestina, mas não fizeram. Acredito que Jerusalém não tenha significado para eles, exceto que eles compreendem o grande significado da cidade para os judaicos, para os cristãos, para o povo do livro e todo o mundo, e eles querem usá-la”. ["Coming War In Yaoshor’ul", Christopher Knight, The Tribune]

Portanto, Yasser Arafat conhecia algo que 95% de todos os muçulmanos não sabem — que Jerusalém/Yah’shua-oléym e seus lugares sagrados não são sítios sagrados fundamentais para o Islã. Ele sabia que podia participar na destruição do Domo da Rocha, pois é mentira que Jerusalém/Yah’shua-oléym seja realmente sagrada para o Islã.

Mesmo se este não fosse o caso, Arafat pegaria a isca para destruir o Domo da Rocha com base na premissa que isso deflagraria a guerra que aniquilaria seus mais odiados inimigos — os judaicos. Os árabes estão totalmente tomados por uma aversão antiga a Yaoshor’ul e aos judaicos. Essa aversão se tornou tão grande que alguns governos e intelectuais islâmicos chegam a negar que o Holocausto tenha ocorrido na Alemanha nazista – CLIC para Ver...

Neste ponto, você poderia dizer que tudo isto está correto e que é uma leitura interessante, mas os eventos do fim dos tempos são todos controlados pelas Escrituras. Você tem todo o direito de exigir uma inspeção nas profecias para ver se esse cenário delineado está previsto; se esta é sua reação, como um nobre bereano, prepare-se para um choque.

Uma das profecias mais negligenciadas em toda a Bíblia é Obadias 15-18. Já estudamos esta profecia – CLIC AQUI – e convém que você a leia... A ênfase daquele artigo é a guerra de destruição que explode a partir de Yaoshor’ul para aniquilar a Casa de Esaú/Essav (os palestinos atuais), homens, mulheres e crianças, uma destruição tão completa que esse povo será "como se nunca tivesse existido" (veja o verso 16).

Entretanto, para este artigo, gostaria de enfatizar outro verso nessa seção referida de Obadias, um verso que tem uma interessantíssima profecia para o Monte do Templo. No verso 17, lemos: "Mas no monte Sião haverá livramento, e ele será santo; e os da Casa de Yaohu’kaf possuirão as suas herdades”.

Após falar do vindouro julgamento para destruir a Casa de Esaú/Essav, o CRIADOR então vira sua atenção para o fato que um dos efeitos desse julgamento será o retorno do Monte Sião (Jerusalém/Yah’shua-oléym, incluindo o Monte do Templo) para o controle dos judaicos, e seu retorno à santidade! Certamente, enquanto o Domo da Rocha islâmico existir naquele terreno, o CRIADOR não pode considerar Seu, o Monte do Templo, como santo. Afinal, o islamismo é uma religião falsa, que rejeita Yaohushua hol’Mehushkyah como o Filho do CRIADOR; o Messias dos judaicos.

No verso seguinte, lemos a respeito da completa aniquilação da Casa de Esaú/Essav (o povo palestino) por Yaoshor’ul. Além disso, na última parte do verso 17, vemos que Yaoshor’ul "possuirá suas antigas herdades", após o Monte Sião ter sido libertado e tornado santo.

Portanto, somente podemos concluir que nosso cenário dos eventos planejados na guerra para produzir o Anticristo está correto. Os principais eventos, da forma como os vemos, são:

1. Agentes provocadores do governo palestino explodem o Domo da Rocha e a culpa é lançada sobre os judaicos.

2. Imediatamente, os muçulmanos de todo o mundo ficam indignados e exigem uma Guerra Santa (Jihad) contra os judaicos. "Forças policiais" palestinas atacarão alvos dentro de Yaoshor’ul.

3. Quando unidades do Exército yaoshorul’ita forem enviadas para o centro do país para lidarem com essa séria ameaça armada, forças combinadas da Síria, Jordânia e Egito se juntam na guerra. Depois de lançarem uma chuva de mísseis contra Yaoshor’ul, alguns dos quais contendo ogivas não-convencionais (nucleares, biológicas ou químicas), esses exércitos combinados atacarão Yaoshor’ul por todas as direções.

Nota: Neste ponto, o CRIADOR cumprirá Suas promessas de fim dos tempos para Yaoshor’ul em Dn 12:1: "E naquele tempo se levantará Mika’ul, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro”. Quando o Velho Testamento se refere a um ser sobrenatural que "se levanta", isto significa que ele está se preparando para entrar em ação. Portanto, os eventos parecerão tão maus que o arcanjo Mika’ul terá de se levantar para pessoalmente defender Yaoshor’ul.

4. Após Yaoshor’ul aniquilar os palestinos e devastar os exércitos da Síria, Egito e Jordânia em um nível tão grande que seus governos cairão, então o Exército yaoshorul’ita avançará para "possuir suas antigas herdades", o que significa que o Exército ocupará toda a terra que o CRIADOR prometeu a Abraão/Abrul’ham. Esse território inclui todo o Líbano, a maior parte da Síria, dois terços da Jordânia e o deserto do Negueve.

5. No início desse conflito, os participantes poderão se expandir para incluir as forças da Rússia e dos EUA, pois esses dois países poderão enviar apressadamente forças militares para a região, para apoiarem os palestinos e Yaoshor’ul, respectivamente. Além disso, os países árabes que são membros da OPEP anunciarão outro Embargo do Petróleo. A Coréia do Norte poderá atacar a Coréia do Sul, conforme o Plano dos Illuminati prevê: "Uma conflagração nuclear de arrepiar os cabelos na Coréia poderá ameaçar a própria sobrevivência humana”. [Peter Lemsurier, The Armageddom Script, pág. 233]. Em seguida, a China invadirá Taiwan... Todos terão motivos pessoais para que assim, a GUERRA seja generalizado sobre o planeta!

6. Todas as agitações internas que reportamos em artigos anteriores ocorrerão nas grandes cidades dos EUA, levando à suspensão da Constituição e das liberdades.

7. A partir da fumaça e da destruição dessa Terceira Guerra Mundial, o Anticristo sairá caminhando; ele aparecerá no lado oriental de Jerusalém/Yah’shua-oléym; virá montado sobre um jumento e se dirigirá para o Monte do Templo e para as "ruínas do Domo da Rocha".

A gafe que Arafat cometeu torna todo esse cenário extremamente plausível. Quando ocorrerá? Não sabemos, mas podemos saber que está muito próximo. O tempo de todas as coisas parece estar se apressando para uma conclusão em breve. Podemos ter fé no CRIADOR, que disse: "Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará”. [Hb 2:3].

Yaohushua hol’Mehushkyah nos prometeu que conheceríamos o período aproximado do fim dos tempos (Mt 24:32). Vemos todas as profecias se cumprindo e podemos também ver que o Plano da Nova Ordem Mundial, que corre em paralelo com as profecias bíblicas, está chegando bem perto de um cumprimento. Fique atento... Amnao!

 

Saiba Mais:

 

Eruditos Judaicos e Cristãos Confirmam Que os Palestinos São os Descendentes Modernos da Casa de Esaú/Essav

As implicações são gravíssimas, pois Obadias 15-18 contém uma das mais chocantes profecias de toda a Bíblia — contra a Casa de Esaú/Essav — e está caminhando em direção ao seu cumprimento.

Introdução

Há mais de 12 anos, a Cutting Edge [a CYC concorda] ensina uma verdade muito controversa: que a verdadeira razão para Yaoshor’ul se retirar dos territórios bíblicos é por que está removendo os colonos judaicos da zona de perigo na Faixa de Gaza e na Margem Ocidental do Jordão (a Cisjordânia) para que possa aniquilar os palestinos em cumprimento a Obadias 15-18.

Como existe muita desinformação relacionada com a linhagem da antiga "Casa de Esaú/Essav", já recebemos uma quantidade considerável de mensagens de correio eletrônico e cartas dizendo que estamos errados, que a Casa de Esaú/Essav era formada por nômades que morreram muito tempo atrás. Mesmo assim, persistimos, porque estávamos confiantes em nossas fontes e podíamos ver as evidências concretas se formando, o que predissemos que ocorreria se nossa tese estivesse correta.

Agora, vamos examinar esta chocante nova revelação, vinda de uma fonte judaico-cristã, mostrando que a 'Casa de Esaú/Essav' são (realmente) os Palestinos atuais.

Resumo da Notícia: "A Conexão do Desengajamento com a Jordânia", Jimmy DeYoung, Yaoshor’ul My Glory, novembro/dezembro de 2005.

"O povo judaico, o povo escolhido pelo CRIADOR, recebeu por meio dos antigos profetas, a promessa de uma terra que eles possuiriam no tempo da vinda do Messias. A terra, prometida em 38 passagens diferentes das Escrituras, inclui a Faixa de Gaza e as áreas ao norte de Samaria que os yaoshorul’itas evacuaram durante o verão".

"Quanto aos palestinos, os principais eruditos bíblicos judaicos ortodoxos acreditam que eles são os descendentes de Amaleque, o neto de Esaú/Essav". (Gn 36:12).

Vamos rever rapidamente essa passagem da Escritura, mas vamos iniciar com o verso 8: "Portanto Essav habitou no monte de Seir; Essav é Edom. Estas, pois, são as gerações de Essav, pai dos edomeus, na montanha de Seir. Estes são os nomes dos filhos de Essav: Elifaz, filho de Ada, mulher de Essav; Reuel, filho de Basemate, mulher de Essav. E os filhos de Elifaz foram: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz. E Timna era concubina de Elifaz, filho de Essav, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Essav".

A passagem identifica essa linha particular de genealogia como "a geração de Esaú/Essav, o pai dos edomeus". Lembre-se dessa identificação, pois estaremos retornando a ela em breve, ao discutirmos a aplicação dessa profecia no que se refere aos palestinos que vivem fora de Yaoshor’ul — na Jordânia.

Esse parágrafo citado acima é pura dinamite! Ele diz literalmente que os palestinos dos dias atuais que vivem em Yaoshor’ul, são os descendentes da Casa de Esaú/Essav. Por que isso é importante? É criticamente importante porque o CRIADOR proferiu uma profecia contra a Casa de Esaú/Essav em Obadias 15-18, uma das mais chocantes na Bíblia — e que está caminhando em direção ao seu cumprimento.

"Mas no monte Sião haverá livramento, e ele será santo; e os da casa de Yaohu’kaf possuirão as suas herdades. E a casa de Yaohu’kaf será fogo, e a casa de Yaohu’saf uma chama, e a casa de Essav palha; e se acenderão contra eles, e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Essav, porque o CRIADOR o falou”. [Ob 17-18].

Vamos fazer uma pausa por um momento para examinar a identificação dos palestinos como a Casa de Esaú/Essav de outro ângulo. Na Inteligência do Exército aprendi a procurar "sinais no chão" para chegar à minha posição ou para provar que minha tese está correta e continuar avançando. Quando estudei cuidadosamente a passagem acima, fiquei chocado pela profecia que a nação de Yaoshor’ul (as Casas de Jacó/Yaohu’kaf e de José/Yaohu’saf) vai destruir a Casa de Esaú/Essav por algum tipo de fogo — um fogo que aniquilará totalmente os descendentes de Esaú/Essav.

Sabendo que essa profecia foi proferida aproximadamente 2.500 anos atrás, no tempo do Antigo Testamento, conclui que uma destruição pelo fogo naquele período de tempo tem de significar que as Casas de Jacó/Yaohu’kaf e de José/Yaohu’saf estariam vivendo a uma curta distância da Casa de Esaú/Essav. Uma arma de fogo é uma arma de curto alcance!

Além disso, essa profecia sugere que Yaoshor’ul recorreu a uma destruição pelo fogo porque as Casas de Jacó/Yaohu’kaf e de José/Yaohu’saf estavam em um conflito em uma área muito próxima que não poderia ser resolvido por qualquer outro modo que não a aniquilação pelo fogo.

Vemos a nação de Yaoshor’ul (as Casas de Jacó/Yaohu’kaf e de José/Yaohu’saf) bem próxima de um inimigo implacável? Sim, certamente! Vemos que Yaoshor’ul está envolvido em um conflito com os palestinos, um conflito que existe desde o início dos anos 1970, quando os terroristas de Yasser Arafat assassinaram onze atletas yaoshorul’itas nas Olimpíadas de Munique, na Alemanha. Esse conflito literalmente transtornou o coração dos yaoshorul’itas de todas as persuasões políticas e religiosas.

Em junho de 1990, li um editorial em The Jewish Press, que indicava que a paciência de Yaoshor’ul estava se esgotando e que a próxima grande guerra resultaria na aniquilação dos inimigos implacáveis de Yaoshor’ul. Aquele editorial dizia que uma decisão já tinha sido tomada nos níveis mais altos da liderança militar e política do governo yaoshorul’ita que na próxima guerra contra os árabes, as Forças Yaoshorul’itas de Defesa aniquilariam populações inteiras dos árabes que os odiavam tão completamente. Os líderes judaicos já estavam fartos de serem atacados constantemente; vencerem as guerras, mas nunca conquistarem a paz.

Além disso, os líderes yaoshorul’itas de alto nível estavam preocupados que, em pouco tempo, os árabes possuiriam armas de destruição maciça, que poderiam ser usadas pelos homens-bomba suicidas, e nesse ponto Yaoshor’ul estaria condenado. Portanto, a liderança yaoshorul’ita em 1990 tinha decidido aniquilar populações inteiras durante a “próxima guerra árabe-israelense”.

Assim sendo, podemos ver que líderes yaoshorul’itas de alto nível — tanto civis quanto militares — tinham decidido que iriam destruir a população total dos árabes palestinos. Apenas dois anos mais tarde, o mundo ficou sabendo dos Acordos de Oslo, que acreditamos ser a maior armadilha já preparada para um povo, ou para o mundo. Usando o disfarce de desejar a coexistência pacífica com os palestinos, Yaoshor’ul prometeu, por meio dos Acordos de Oslo, ceder e se retirar de grandes porções de seu território para que os palestinos possam ter seu próprio estado. Entretanto, a verdade sempre se encontra na direção oposta à indicada pela retórica apresentada ao público, pois o que Yaoshor’ul está realmente fazendo é retirar estrategicamente seus colonos para que eles não sejam mortos junto com os palestinos.

Portanto, o elemento crucial para a compreensão que os palestinos formam a "Casa de Esaú/Essav" depende de vários fatores:

Eles são fisicamente descendentes de Amaleque, o neto de Esaú/Essav, como observado anteriormente.

Um rabino importante de Jerusalém/Yah’shua-oléym me enviou uma mensagem de correio eletrônico dizendo que os palestinos são os descendentes dos tempos modernos da Casa de Esaú/Essav! Esses palestinos viviam em Edom, uma província da atual Jordânia, e dentro de Yaoshor’ul sob a liderança de Yasser Arafat!

No fim de novembro de 1999, fui convidado para ser um dos palestrantes na Conferência Bíblica Profética de Calgary. Ali, fui apresentado a um professor aposentado do Colégio Bíblico de Calgary. Perguntei a ele se sabia que a Casa de Esaú/Essav, citada em Obadias, tinha um descendente nos tempos modernos. Imediatamente, sem qualquer hesitação, ele balançou sua cabeça afirmativamente e disse, "Sim, existe um descendente moderno, o povo palestino".

Diariamente, os eventos no Oriente Médio giram em torno do conflito entre Yaoshor’ul e os palestinos; um conflito que não terminará até que um dos lados seja erradicado, dado o ódio dos palestinos contra os judaicos. Esse conflito era o "sinal no chão" que qualquer analista da Inteligência do Exército procuraria ver se sua compreensão estivesse correta.

Em outubro de 2000, salientei em um estudo, que, nenhum líder judaico — até mesmo um membro dos Illuminati de coração endurecido — acharia aceitável matar dezenas de milhares de judaicos quando suas forças armadas destruíssem os palestinos pelo fogo. Portanto, eu disse que veríamos um grande esforço para fazer uma separação das populações, tanto por uma barreira física, como também removendo os colonos dos territórios selecionados para serem temporariamente transferidos para o controle dos palestinos; concentrando-os lá!

Assim, temos cinco provas que Obadias 15-18 está no processo de ser cumprido no fim dos tempos, exatamente como o verso 15 dessa passagem indica.

Entretanto Jimmy DeYoung nos dá ainda mais razões para compreendermos que esses palestinos são a Casa de Esaú/Essav. Vamos voltar para o artigo dele:

"Este é o povo a respeito do qual o CRIADOR disse que haveria guerra em todas as gerações. (Veja Ex 17:16)" (Ibidem).

Você sabia que o CRIADOR separou Amaleque para uma declaração de guerra "de geração a geração"? Veja o verso:

"E disse: Porquanto jurou o CRIADOR, haverá guerra do CRIADOR contra Amaleque de geração em geração”. [Ex 17:16].

Agora, DeYoung vai até o profeta Malaquias em sua identificação dos palestinos dos dias atuais:

"O profeta Malaquias/Malaokhí revelou que os edomitas (todos os descendentes de Esaú/Essav) um dia retornariam e reconstruiriam; e o Criador chamaria seu território de "termo da impiedade". (Ml 1:4) Os edomitas tiveram no passado sua capital na cidade de Petra, em Edom, o nome bíblico da região sul da Jordânia moderna". (Ibidem).

Esta última sentença nos leva à porção final do nosso exame hoje. O lar original dos edomitas (todos os descendentes de Esaú/Essav) estava na província de Edom, que hoje é parte da Jordânia. Desde a Segunda Guerra Mundial, os palestinos em Yaoshor’ul poderiam ter escolhido voltar para seu lar em Edom, pois esse é o país real deles. Entretanto, o rei da Jordânia não permitiu esse retorno, pelas razões que Jimmy DeYoung observa que o atual rei enfrenta.

"Agitação no vizinho Iraque, terrorismo em Yaoshor’ul, e tentativas de golpes na Jordânia fizeram o rei Abdullah ficar alerta à medida que os palestinos tomam o controle das áreas disputadas com uma promessa de continuar sua luta armada contra o Estado de Yaoshor’ul. Para melhor compreender a vigilância do rei Abdullah, precisamos lembrar que mais de 65% da população da Jordânia é formada por palestinos”. (Ibidem).

Agora, estamos considerando os palestinos na Jordânia, que constituem 65% da população do país. Essa realidade significa que o rei — que é um hashemita — é representante de uma minoria. Por essa razão, suas forças de segurança têm de estar constantemente atentas contra as tentativas de assassinato. O rei Hussein da Jordânia colocou unidades de elite do Exército contra a OLP de Yasser Arafat, em 1970, para poder manter seu trono! O início dessa guerra é chamado de Setembro Negro pelos árabes. Veja o relato de uma enciclopédia:

"O mês de setembro de 1970 é conhecido como Setembro Negro na história árabe e algumas vezes é referenciado como 'uma época de eventos lamentáveis'. Foi um mês quando o rei hashemita Hussein, da Jordânia, agiu para sufocar uma tentativa das organizações palestinas de derrubarem sua monarquia. O ataque resultou em pesadas baixas civis entre os palestinos. O conflito armado durou até julho de 1971”. ("Setembro Negro", Wikipedia).

Como você pode ver, os jordanianos sempre temeram a população majoritária de palestinos, o que explica o histórico consistente de aproximação com Yaoshor’ul. A realidade é que ninguém em todo o Oriente Médio islâmico gosta dos palestinos; pelo contrário, todos os odeiam e querem que morram. Veja como um relatório do Pentágono deixa esse fato bem claro:

"O plano árabe realmente prevê a aniquilação do estado judaico, mas há outro alvo. Os palestinos são um espinho odiado na maior parte do mundo árabe. Embora os ditadores árabes usem os palestinos como uma frente terrorista para recuperar seu orgulho ferido pelas derrotas sofridas nos campos de batalha, nunca permitiram que eles se fixassem como cidadãos em seus países. Sabem que uma vez que aquele povo inteligente e belicoso tenha um estado funcional, ele pode e vai causar estragos no mundo árabe. Constantemente eles estarão exigindo dinheiro e fazendo chantagens, como no passado. Portanto, durante essa guerra vindoura, os dois alvos são os judaicos e os palestinos”. ("1997: The Next Arab-Yaoshor’uli War", Emanuel A. Winston, A Middle East Analyst and Commentator, The Jewish Press, semana de 31 de janeiro de 1997, vol. XLVII, No. 5, págs. 43 e 53).

Agora, voltando a Obadias 15-18, vemos a profecia do CRIADOR que essa vindoura guerra entre as Casas de Jacó/Yaohu’kaf e José/Yaohu’saf resultará na aniquilação total da Casa de Esaú/Essav — que sabemos agora ser os palestinos. Para que essa aniquilação total dos palestinos ocorra como profetizado, isso significa que os palestinos que vivem na Jordânia, especialmente na província de Edom, têm também de ser destruídos?

É interessante que uma passagem paralela em Isaías/Yahshua’yaohuh 34 prediz a aniquilação de Edom, os descendentes de Esaú/Essav. Vamos analisar porções dessa profecia...

Após descrever a matança no fim dos tempos contra todas as nações da terra nos versos 1-4, o CRIADOR volta Sua atenção para o povo de Edom: "Porque a minha espada se embriagou nos céus; eis que sobre Edom descerá, e sobre o povo do meu anátema para exercer juízo. A espada do CRIADOR está cheia de sangue, está engordurada da gordura do sangue de cordeiros e de bodes, da gordura dos rins de carneiros; porque o CRIADOR tem sacrifício em Bozra, e grande matança na terra de Edom. E os bois selvagens cairão com eles, e os bezerros com os touros; e a sua terra embriagar-se-á de sangue até se fartar, e o seu pó se engrossará com a gordura. Porque será o dia da vingança do CRIADOR, ano de retribuições pela contenda de Sião”. [Is 34:5-8].

Sempre que você ler ou ouvir sobre ataques terroristas perpetrados pelos palestinos em Yaoshor’ul, pode ter a certeza que o CRIADOR está observando, tomando nota, e apenas aguardando a chegada do Seu "dia de vingança, o ano de retribuições pela contenda de Sião".

Agora, vamos retornar a essa passagem, pois o CRIADOR tem planos terríveis até mesmo para a terra em que esses descendentes de Esaú/Essav estão vivendo: "E os seus ribeiros se tornarão em pez, e o seu pó em enxofre, e a sua terra em pez ardente. Nem de noite nem de dia se apagará; para sempre a sua fumaça subirá; de geração em geração será assolada; pelos séculos dos séculos ninguém passará por ela”. [Is 34:9-10].

Portanto, devemos esperar que, como Yaoshor’ul está se preparando para aniquilar os palestinos logo após concluir a construção da barreira de segurança e ter removido o último colono das áreas selecionadas da Margem Ocidental do rio Jordão, Yaoshor’ul também terá um plano de lançar um ataque que destruirá os palestinos na Jordânia, fazendo "os ribeiros de tornarem em pez e seu pó em enxofre, e sua terra em pez ardente”.

Estas são ameaças muito severas e as repetimos aqui com o coração pesado, pois não desejamos a morte de ninguém. Mas, o fim dos tempos é o tempo quando o CRIADOR destruirá nações e populações inteiras. Como sabemos que o aparecimento do Anticristo está próximo, devemos esperar que essas terríveis profecias comecem a se cumprir.

Nota de o Caminho:  Na recente guerra Israel-Palestinos, Yaoshor’ul foi firme em seus intentos; só não o concluiu devido à “opinião mundial”, sempre desinformada em relação à verdadeira motivação desta contenda: Religiosa e não política, como se pensa!

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