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O Que a Bíblia Diz sobre o Uso de Barba?

 
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INTRODUÇÃO

Atualmente se tem discutido muito sobre o uso da barba no rosto do homem Cristão, por um lado como sendo pecado ou algo contrário à vontade do CRIADOR; e, no outro extremo, como sendo uma transgressão [pecado] raspar ou não deixar a barba crescer...

A HUMANIDADE E A BARBA

Nos tempos Bíblicos o simbolismo natural da barba era:

  • Força e potência masculina;

  • Soberania do homem livre e maduro, pois aos jovens e aos escravos era proibido o uso da barba;

  • Um atributo (sinal distintivo) conferido a Reis e Profetas;

  • Sinal de não estar emasculado (eunuco) ou privado de força física.

Os Pagãos nos tempos bíblicos raspavam a barba e aparavam as pontas do cabelo. Por esta razão o CRIADOR orientou os yaoshorul’itas e para os sacerdotes proibiu rasparem a barba e os cantos do cabelo. (Lv. 19:2; 21:5 – veja o contexto).

Os Egípcios raspavam a cabeça e tiravam a barba. E em sinal de tristeza as deixavam crescer. Os judaicos em caso de tristeza arrancavam a barba e os cabelos. (Ed 9:3; Is 15:2; Jr 12:5).

 

A BÍBLIA E A BARBA

A barba (e os pelos sobre o corpo) teve sua origem na Criação [genética do ser humano]. Assim como cada membro do corpo tem seu lugar certo no corpo por uma razão definida pelo CRIADOR, a barba está no corpo do homem por um propósito definido por Ele; e, sempre cumpriram uma necessidade fisiológica, ou seja, funções de proteção a regiões necessárias de calor – observe que pelos podem ter duas funções: reter ou repelir o calor, mantendo o equilíbrio térmico. (Gn 1:26, 31; 2:7, I Co 12:18).

Porém, não podemos dizer que Adão possuía barba (o clima do Éden era extremamente equilibrado e pelos certamente não eram necessários)! Como o primeiro homem foi chamado de Adám (significado vermelho), temos que ele seria de estilo indígena e uma das características indígenas é não ter pelos sobre o corpo. No entanto, como esta é apenas uma suposição – baseada na etimologia do nome – da mesma forma não podemos dizer que ele tinha pelos sobre o corpo, portanto não podemos andar sobre esse terreno.

Sabemos, mais tarde a humanidade foi dividida em três ramos genéticos, ou seja, a partir de Shem, Cam e Yafet. Cada um destes ramos povoou uma região do planeta [veja abaixo um link sobre os descendentes de Noak] e, cada um levou uma característica genética para uma região. De Shem, surgiram os “povos semíticos” cuja característica é ter barba...

Por isto, dizer que a falta de barba ou existência seja normativo de homem e não homem há raças – origem nos demais filhos de Noak - que não as possuem geneticamente falando, nem por isso deixam de ser homem. Também não poderíamos dizer que isso teria sido uma degradação do genoma humano.

•      Atualmente, os membros de muitas congregações religiosas católicas, sobretudo de origem franciscana, usam a barba como um sinal de sua vocação.

•      No cristianismo que se chama “ortodoxo”, do leste europeu, os membros do clero frequentemente usam barbas, e elas por vezes têm sido recomendadas para todos os fiéis.

•      Muitos cristãos sírios procedentes de Kerala, na Índia, usavam barbas compridas.

•      Os homens das seitas menonitas de Amman e de Hutter nos EUA raspam a barba até se casarem, depois deixam crescer a barba, e nunca a tiram mais, tratando-se de uma forma especial de barba.

•      Algumas igrejas presbiterianas proíbem raspar a barba completamente.

A maioria das igrejas “protestantes” considera o uso da barba como matéria para livre escolha de cada membro e muitos grandes verdadeiros ensinadores cristãos do passado, como W. E. Vine eram bem barbudos; C. H. Spurgeon não somente ostentava uma barba luxuriante, mas consta que encorajava os outros homens da sua igreja a deixar crescer a barba porque "é um hábito muito natural, bíblico, masculino e benéfico".

Voltando ao ensino bíblico, o princípio geral que deve nos orientar foi dado pelo apóstolo Sha’ul para resolver o que convém ao crente: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fl 4:8).

O uso ou não de barba realmente é matéria para livre escolha de cada membro de uma congregação. Ele deve considerar se a maneira como se apresenta é condizente com o seu testemunho cristão, que deve glorificar unicamente a Cristo e não a sua própria vaidade e ter cuidado para não se destacar como se pertencesse a um grupo incongruente que se distingue por usar – ou não – a barba de uma certa forma. Não cabe à igreja local estabelecer normas sobre aquilo em que a Bíblia silencia.

 

PORÉM:

•      Alguns judaicos messiânicos usam a barba com o fim de mostrar seu cumprimento do Velho Testamento.

"Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba". Lv 19:27.

"Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne". Lv 21:5.

Sabemos que muitos irmãos ainda crêem que hoje os cristãos devem usar barba e não a podem cortar. Porém, não é esse o ensino das Escrituras. Pode-se usar barba, por opção pessoal ou outro motivo, porém não porque a bíblia ordene [o VT ordena aos sacerdotes e o NT silencia sobre o assunto]. Há muitos exemplos bíblicos como o de José/Yaohusáf que podem clarear o assunto:

Gn 41:14 – "Então Faraó mandou chamar a Yaohusáf, e o fizeram sair apressadamente da masmorra. Ele se barbeou, mudou de roupa e apresentou-se a Faraó".

Outra evidência de que o uso da barba não é uma exigência divina para os homens dentre Seu povo é o fato de que no próprio livro de Levíticos/Viyakró o CRIADOR recomenda que a barba seja raspada em alguns casos por razões de saúde:

Lv 13:29 – "E quando homem (ou mulher) tiver praga na cabeça ou na barba, o sacerdote examinará a praga, e se ela parecer mais profunda que a pele, e nela houver pêlo fino amarelo, o sacerdote o declarará imundo; é tinha, é lepra da cabeça ou da barba”.

Lv 14:1-3, 8-9 – "Depois disse o CRIADOR a Moisés/Mehushua: Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote, e este sairá para fora do arraial, e o examinará; se a praga do leproso tiver sarado... Aquele que se há de purificar lavará as suas vestes, rapará todo o seu pêlo e se lavará em água; assim será limpo. Depois entrará no arraial, mas ficará fora da sua tenda por sete dias. Ao sétimo dia rapará todo o seu pêlo, tanto a cabeça como a barba e as sobrancelhas, sim, rapará todo o pêlo; também lavará as suas vestes, e banhará o seu corpo em água; assim será limpo".

Lembramos que a purificação dos levitas ordenada pelo CRIADOR a Moisés/Mehushua incluiu a retirada da barba e de todos os pêlos do corpo: "Disse mais o CRIADOR a Moisés/Mehushua: Toma os levitas do meio dos filhos de Israel/Yaoshor’ul, e purifica-os; e assim lhes farás, para os purificar: esparge sobre eles a água da purificação; e eles farão passar a navalha sobre todo o seu corpo, e lavarão os seus vestidos, e se purificarão”. Nn 8:5-7.

Mas o argumento mais importante é que o contexto de Lv 19:27 inclui o versículo 28 e o contexto de Lv 21:5 inclui os versos de 1 a 6. Assim, através de uma leitura contextualizada, percebe-se que a ordem levítica visava coibir costumes pagãos [dos egípcios] praticados por ocasião da morte de alguém próximo. Veja:

Lv 19:27-28 – "Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba. Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o CRIADOR".

Lv 21:1-6 – "Depois disse o CRIADOR a Moisés: Fala aos sacerdotes, filhos de Arão, e dize-lhes: O sacerdote não se contaminará por causa dum morto entre o seu povo, salvo por um seu parente mais chegado: por sua mãe ou por seu pai, por seu filho ou por sua filha, por seu irmão, ou por sua irmã virgem, que lhe é chegada, que ainda não tem marido; por ela também pode contaminar-se. O sacerdote, sendo homem principal entre o seu povo, não se profanará, assim contaminando-se. Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne. santos serão para seu O CRIADOR, e não profanarão o nome do seu O CRIADOR; porque oferecem as ofertas queimadas do CRIADOR, que são o pão do seu O CRIADOR; portanto serão santos". Perguntamos: Somos todos sacerdotes?

 

CONCLUSÃO

Doutrina Bíblica sobre um determinado assunto, é formada por princípios, que estão contidos não só na Lei, mas também nos Evangelhos e nas Cartas do Testamento Cristão. Doutrinas Bíblicas são aceitas sem questionar; Costume humano ou doutrinas de homens (também chamada por Cristo de tradição Mt. 15:1-9) questiona-se antes de aceitar...

Porém, apesar de sua aparente irrelevância, o tratamento dado a essa característica natural do homem tem sido levado a sério através dos tempos não só por religiões humanas, mas infelizmente também por algumas igrejas cristãs através dos tempos, mesmo sem respaldo bíblico.

Como vimos, a primeira menção da barba na Palavra do CRIADOR se encontra em Gênesis/Bereshit 41:14... “Então enviou Faraó, e chamou a Yaohusáf, e o fizeram sair logo da cova; e barbeou-se e mudou os seus vestidos, e veio a Faraó”. Isto nos diz que José/Yaohusáf tinha barba, mas barbeou-se para se apresentar ao rei dos egípcios. Talvez o estudo das antiguidades nos possam ajudar aqui: em seus monumentos antiquíssimos, os egípcios não têm barba [e muitos sacerdotes usam a kipá], mas seus inimigos se vêem barbudos. Por tradição cultural os egípcios usavam cabelo curto e se barbeavam [por uma questão de higiene, inclusive para evitar piolhos]. Yaohusáf então se barbeou para ter boa apresentação, com roupa limpa e adequada, diante de Faraó.

Como os outros povos, os yaoshorul’itas usavam barba, e com isso se arriscavam às doenças da pele e parasitas. A Lei dada a Mehushua, portanto, ensinava como deviam ser curados: “...ao sétimo dia rapará todo o seu pelo, tanto a cabeça como a barba e as sobrancelhas, sim, rapará todo o pelo; também lavará as suas vestes, e banhará o seu corpo em água; assim será limpo” (Lv 14:9). Os egípcios tinham razão em se precaver...

Mas a lei não proibia o uso de barba, tanto que mais adiante lemos: “Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba... Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne” (Lv 19:27, 21:5). Estas proibições tinham em vista os costumes dos sacerdotes cananeus pagãos que, como classe, se distinguiam do resto do seu povo desta forma; proibida, portanto, aos levitas.

Daoúd, o homem “cujo coração foi perfeito para com o CRIADOR, o seu CRIADOR” (I Rs 15:3), usava barba como todos os outros (I Sm 21:13). A barba do sumo sacerdote era tal que o óleo precioso de sua unção descia por ela sobre a gola das suas vestes (Sl 133:2). Os homens se sentiam envergonhados se não tivessem barba (II Sm 10:5), e não cuidar, rapar ou arrancar a própria barba era sinal de grande amargura (II Sm 19:24, Ed 9:3, Is 15:2, 50:6, Jr 41:5, 48:37); fazer isso com os outros era castigo (I Cr 19:4, Is 7:20). Ezequiel/Kozoqi’ul usava barba, pois o CRIADOR mandou que a raspasse, com os seus cabelos, para ilustrar uma profecia (Ez 5:1).

Os Evangelhos nos contam muitas coisas sobre os hábitos dos tempos em que foram escritos, mas nem eles, nem as epístolas e profecias da Renovada Aliança [em Yaohushua] tocam no assunto de “barba”. Temos que nos voltar a uma profecia de Isaías/Yaoshua’yaohuh para confirmar – já que Ele tinha origem semita, certamente o teria – que o CRIADOR também tinha barba como todos os yaoshorul’itas do seu tempo (Is 50:6), e ela lhe foi arrancada como parte do Seu martírio e vergonha.

Ao longo da história, aos homens com pelo facial crescido têm sido atribuída qualidades como sabedoria, virilidade, masculinidade ou um status mais elevado; mas também tem sido uma indicação de falta de limpeza e perda de requinte, conforme a cultura destas.

Alexandre, o Grande, introduziu o costume de barbear na Europa. Relata-se que ele obrigou todos os homens do seu exército a rasparem as suas barbas, para que os inimigos não as pudessem segurar para degolá-los. Esse costume foi introduzido no império romano pelo grande general Scipio Africanus no terceiro século antes de Cristo. Continuou até o princípio do segundo século depois de Cristo, quando o imperador Adriano liderou a volta ao uso da barba. Mas o imperador Constantino o reintroduziu, e ao fazer-se “sumo pontífice” da igreja em Roma e das outras que subjugou, a moda pegou entre os “cristianizados” do seu império.

Depois disso, na Europa houve constantes variações e maneiras mais aprimoradas de fazer a barba, cortar os bigodes e os cavanhaques, mas entre os povos orientais, fora das grandes metrópoles, o uso da barba tem prevalecido através do tempo.

Atualmente, entre os muçulmanos, uma barba grande e desordenada é um sinal de religiosidade, pois assim é a dos xeques, e mesmo sendo cristão quem a usa, eles o consideram piedoso e religioso. Por outro lado, muitos cristãos que vivem entre eles tratam de reduzir ou raspar a barba para mostrar que não são muçulmanos.

Os homens mórmons modernos são fortemente incentivados a se barbearem completamente, em conformidade com os requisitos do código de honra do seu sistema educativo. Os jovens que entram no seu serviço missionário de dois anos são proibidos de deixar crescer seu pelo facial.

Através da história do cristianismo, a atitude com relação à barba tem sido surpreendentemente variada e de certa forma reflete o grau de incompreensão que diferentes grupos têm dos genuínos valores espirituais. Por exemplo:

Em momentos diferentes da sua história e em função das diversas circunstâncias, a Igreja Católica autorizou ou proibiu o pelo facial (barbae nutritio) do clero. A grande maioria do clero romano ou do rito latino raspa a barba.

No século 11 um abade francês (Burchardus) escreveu um tratado sobre a barba. Foi seu parecer que as barbas eram adequadas para irmãos leigos, mas não para os sacerdotes entre os monges.

Lutero abriu um precedente deixando a barba crescer, e praticamente todos os reformadores europeus deliberadamente cultivaram suas barbas como sinal de rejeição da antiga igreja, passando a barba clerical a ser um gesto agressivo anticatólico reconhecido na Inglaterra daquele tempo.

Atualmente, os membros de muitas congregações religiosas católicas, sobretudo de origem franciscana, usam a barba como um sinal de sua vocação.

No cristianismo que se chama “ortodoxo”, do leste europeu, os membros do clero frequentemente usam barbas, e elas por vezes têm sido recomendadas para todos os fiéis.

Muitos cristãos sírios procedentes de Kerala, na Índia, usavam barbas compridas. Os homens das seitas menonitas de Amman e de Hutter nos EUA raspam a barba até se casarem, depois deixam crescer a barba, e nunca a tiram mais, tratando-se de uma forma especial de barba.

Algumas igrejas presbiterianas proíbem raspar a barba completamente. A maioria das igrejas “protestantes” considera o uso da barba como matéria para livre escolha de cada membro e muitos grandes verdadeiros ensinadores cristãos do passado, como W. E. Vine eram bem barbudos; C. H. Spurgeon não somente ostentava uma barba luxuriante, mas consta que encorajava os outros homens da sua igreja a deixar crescer a barba porque "é um hábito muito natural, bíblico, masculino e benéfico".

Voltando ao ensino bíblico, o princípio geral que deve nos orientar foi dado pelo apóstolo Paulo para resolver o que convém ao crente: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fl 4:8).

O uso ou não de barba realmente é matéria para livre escolha de cada membro de uma congregação. Ele deve considerar se a maneira como se apresenta é condizente com o seu testemunho cristão, que deve glorificar unicamente a Cristo e não a sua própria vaidade e ter cuidado para não se destacar como se pertencesse a um grupo incongruente que se distingue por usar – ou não – a barba desta forma ou daquela. Não cabe à igreja local estabelecer normas sobre aquilo em que a Bíblia silencia; e, quando o faz, faz para prevenir o paganismo – das nações em seus entornos – e NUNCA como ordenança de santificação!

Amnao!

 

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