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O ARMAGEDOM é Literal ou Espiritual?

 
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As Pragas são Literais ou Espirituais? Se são espirituais (incluindo-se o Armagedom), então a Volta de Yaohushua também é Espiritual?

rmagedom, é uma palavra Hebraica que significa montanha no vale de Megido localizado aprox. a 90km ao noroeste de Yaosh'ua-oléym, que será o lugar do ajuntamento das tropas dos países inimigos de Yaoshor'ul, liderados por Gogue nos últimos dias.

Esta será a praga com que o CRIADOR ferirá todos os povos que guerrearam contra Yaosh'ua-oléym: apodrecer-se-á a sua carne, estando eles de pé, e se lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua se lhes apodrecerá na boca, Ez 14:12

 

By IDSD – Edição de oCaminho

1. A profecia

O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente. E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do UL Todo-Poderoso. (Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua nudez). E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom”. Ap 16:12-16.

Armagedom, traduzido significa, montanha do Megido (Har Magedom), vale localizado ao noroeste de Yah’shua-oleym, cerca de 110 Km, tido como o lugar do ajuntamento das tropas inimigas de Yaoshor’ul nos últimos dias.

Esta batalha também conhecida como o “Grande dia do UL Todo-Poderoso”, por assim ser também o juízo de UL contra as nações da Terra. Esta assumirá proporções Mundiais, configurando-se assim como uma terceira Grande Guerra Mundial. Como veremos a seguir

Detalhes importantes para o melhor entendimento; alguns itens a serem considerados:

-Seca do Grande Rio Eufrates e preparo para os reis do Oriente.

- Três espíritos imundos que vão ao encontro dos reis da Terra.

- Ajuntamento de tropas das nações no vale do Megido.

 

2. Seca do Grande Rio Eufrates e preparo para os reis do Oriente

Em profecia, águas ou rios representam nações ou povos e multidões; vejamos dois versículos que nos provam isso.

Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. [Ap 17:15].

Quem é este que vem subindo como o Nilo, como rios cujas águas se agitam? O Egito é que vem subindo como o Nilo, e como rios cujas águas se agitam; e ele diz: Subirei, cobrirei a terra; destruirei a cidade e os que nela habitam. Subi, ó cavalos; e estrondeai, ó carros; e saiam valentes: Cuche e Pute, que manejam o escudo, e os de Lude, que manejam e entesam o arco. Porque aquele dia é o dia do CRIADOR, o UL dos exércitos, dia de vingança para ele se vingar dos seus adversários. A espada devorará, e se fartará, e se embriagará com o sangue deles; pois o CRIADOR, o UL dos exércitos, tem um sacrifício na terra do Norte junto ao rio Eufrates”. [Jr 46:7-10].

Para o correto entendimento das profecias, é necessário um exame minucioso e criterioso da própria Escrituras, utilizando-se de regras por ela mesma dada, para a interpretação.

Como podemos ver pelos dois versículos anteriormente citados, que a seca do rio Eufrates significa, guerras e destruição na região. Analisaremos o mapa:

 

Mapa contendo a nascentes dos rios Eufrates e Tigre; e países compreendidos.

Bagdá é a atual capital do Iraque, esta localizada entre o Rio Eufrates e Tigre, e este pais foi cenário da Guerra do Golfo pérsico quando o líder Saddan Hussein invadiu o Kuwait.

A profecia de Apocalipse 16, nos revela um enfraquecimento das nações situadas entre Yaoshor’ul e a China, significando que haverá muitas guerras nesta região até o enfraquecimento, dando-se assim lugar para uma invasão da China e reis do oriente (Irã). Em contra partida temos a pregação dos três espíritos imundos, que sairão ao encontro dos reis da Terra, em uma convocação para a Batalha, ou seja, haverá um crescente sentimento anti-semita por parte dos países do mundo, crendo que Yaoshor’ul seja a principal causa do conflito mundial. De certa forma é o que a profecia nos relata: A palavra do CRIADOR acerca de Yaoshor’ul: Fala o CRIADOR, o que estendeu o céu, e que lançou os alicerces da terra e que formou o espírito do homem dentro dele. Eis que eu farei de Yah’shua-oleym um copo de atordoamento para todos os povos em redor, e também para Yaohu’dah, durante o cerco contra Yah’shua-oleym. Naquele dia farei de Yah’shua-oleym uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem, serão gravemente feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra. [Zc 12:1-3]

Nesta profecia vemos claramente uma situação de revolta das nações por causa da cidade de Yah’shua-oleym e o Estado de Yaoshor’ul que vivem em conflito com os Palestinos (filhos de Esaú/Essáv – portanto, seus irmãos!).

 

3. Três espíritos imundos que vão ao encontro dos reis da Terra.

Os três espíritos imundos são as três forças que movem o mundo: religião, economia e militarismo ou sistema de governo correlacionado. Também podem representar as doutrinas que propagam de certa forma um sentimento anti-semita. Estas forças são influenciadas pelos principados das trevas, portanto temos um agravamento da situação Mundial causado pelo mundo invisível. O terrorismo que vem sendo praticado por grupos extremistas como Hesbolah, Hamas, Fatah e Talibã/Al-Kaeda e outros fazem da região do Oriente Médio o lugar mais belicoso e instável do mundo!

Após o enfraquecimento dos países da região do Eufrates (Turquia, Síria e Iraque), temos lugar ao ajuntamento das nações de acordo com os profetas, primeiramente no local do megido, certamente se utilizando do porto de Haifa, e depois seguindo ao vale de Yao'shuafat (Vale da Decisão) para uma guerra tática de desocupação de Yah’shua-oleym e retomada dos territórios anexados por Yaoshor’ul em 1967 na guerra dos 6 dias (ver na internet: guerra dos seis dias). Vejamos o que os profetas falam a respeito:

Pois eis que naqueles dias, e naquele tempo, em que eu restaurar os exilados de Yaohu’dah e de Yah’shua-oleym, congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Yao'shuafat; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Yaoshor’ul, a quem elas espalharam por entre as nações; repartiram a minha terra [Jl 3:1, 2]

O tempo correto para o cumprimento deste ajuntamento será depois do retorno dos judaicos à sua Terra, ou repatriamento, depois do terceiro exílio que iniciou a partir dos anos 70 d.Y., com o General Romano Tito, ocupando e destruindo Yah’shua-oleym, levando cativeiro os israelitas e espalhando pelo mundo, o seu retorno prometido por uma aliança sionista-britânica, o decreto de Balfour (1922), sendo concretizado no ano de 1947 com a partilha das terras entre palestinos e judaicos, no dia 14 para 15 de maio de 1948 a criação do Estado de Yaoshor’ul pela ONU (leia o Profeta Isaías/Yahshua’yaohuh e saiba que a plenitude deste cumprimento se dará no início do Milênio, com o fim do Armagedom – Is 66:7-8), seguindo toda uma história de conflitos até que hoje temos a configuração atual – mas ainda não a configuração bíblica – do Estado de Yaoshor’ul.

O mundo inteiro se envolverá nesta guerra, um dos fatos determinantes para tal, é a globalização da economia, que faz com que as nações estejam economicamente comprometidas entre si; a impotência das nações do terceiro mundo de conseguirem uma melhor equalização de justiça econômica, fazendo com que tenhamos blocos heterogêneos e causando grande descontentamento e polarização de interesses e políticas, tornando o mundo cada vez mais instável. Toda esta instabilidade [...comprar e ou vender – Ap 13:17] levará os povos a buscarem soluções de conflitos, que no ponto mais nefrálgico, temos o Oriente Médio, onde também esta a maior concentração de bacias petrolíferas do Mundo, 40% da produção!

No contexto atual não podemos dizer que as nações, ainda que de certo modo pertencentes ao bloco de nações em desenvolvimento ou do terceiro mundo, sejam belicamente fracas temos, por exemplo, o caso da Índia, que já possui armamento nuclear ou mesmo os países como o Irã, que possuem armas químicas de destruição em massa.

A profecia diz: Proclamai isto entre as nações: Preparai a guerra, suscitai os valentes. Cheguem-se todos os homens de guerra, subam eles todos. Forjai espadas das relhas dos vossos arados, e lanças das vossas podadeiras; diga o fraco: Eu sou forte. Apressai-vos, e vinde, todos os povos em redor, e ajuntai-vos; para ali, ó CRIADOR, faze descer os teus valentes. Suscitem-se as nações, e subam ao vale de Yao'shuafat; pois ali me assentarei, para julgar todas as nações em redor. Lançai a foice, porque já está madura a seara; vinde, descei, porque o lagar está cheio, os vasos dos lagares trasbordam, porquanto a sua malícia é grande. Multidões, multidões no vale da decisão! porque o dia do CRIADOR está perto, no vale da decisão. [Jl 3:9-14].

Nestes versos, encontramos vaticinado um período de uma tendência mundial de se armar, o que vimos na guerra fria que durou de 1950 até 1985, e teve seus últimos desdobramentos com o ocorrido do submarino Kursk* no mar Báltico, e hoje nações consideradas fracas do ponto de vista econômico, porém forte no que tange militarmente, pois possuem poder de armas químicas, biológicas ou nuclear.

* O K-141 Kursk, foi um submarino nuclear da Classe Oscar-II (o maior submarino de ataque, já construído), pertencente à Marinha Russa que afundou após sucessivas explosões interna, no Mar de Barents, em 12 de Agosto de 2000 com uma tripulação de 118 homens.

 

4. Ajuntamento de tropas das nações no vale do Megido.

Os profetas do antigo testamento profetizam para o tempo do fim, uma reunião de tropas, liderados por uma nação mencionada como Gog, príncipe de Rôs e muitos inimigos do Estado de Yaoshor’ul, cujos nomes aqui são nomeados pela sua origem ou sua colonização ou pelos antigos nomes. Vejamos o que diz a profecia:

Veio a mim a palavra do CRIADOR, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto para Gog, terra de Magog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal, e profetiza contra ele, e dize: Assim diz o CRIADOR, nosso UL: Eis que eu sou contra ti, ó Gog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal; e te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos eles vestidos de armadura completa, uma grande companhia, com pavês e com escudo, manejando todos a espada; Pérsia, Cuche, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gomer, e todas as suas tropas; a casa de Togarma no extremo norte, e todas as suas tropas; sim, muitos povos contigo. Prepara-te, sim, dispõe-te, tu e todas as tuas companhias que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. Nos últimos anos virás à terra restaurada da guerra e onde foi o povo congregado, dentre muitos povos, aos montes de Yaoshor’ul que haviam estado desertos por longo tempo; mas aquela terra foi tirada dentre os povos e todos os seus moradores estão agora seguros. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas e muitos povos contigo. [Ez 38:1-9].

Vamos decifrar alguns povos mencionados nesta profecia, e também nos localizaremos cronologicamente pelo evento nela narrada, ou seja, a terra que é restaurada da guerra; uma terra que foi tirada dentre os povos, mencionando aqui a restauração da nação de Yaoshor’ul.

Após então, o princípio da volta dos israelitas à sua pátria, inicia-se os preparativos dos povos para este ajuntamento, a queda do comunismo na Rússia, a luta da OLP (Organização para Libertação da Palestina) hoje como ANP (Autoridade Nacional Palestina) eles disputam as terras ocupadas por Yaoshor’ul; e, a inimizade de várias nações Islâmicas daquela região, provam a realidade dos elementos propícios para o cumprimento exato da profecia narrada nos capítulos 38 e 39 de Ezequiel/Kozoqi’ul, bem como Yao'ul/Yao’ul e outros profetas das Escrituras. Atualmente temos a chamada “Primavera Árabe” onde estes países estão passando por profundas transformações internas e disputa do controle de poder para a tentativa de implantação de uma “democracia ao estilo árabe”. É muito incerto o rumo de uma democracia totalmente estável nestes países do Oriente Médio, correm risco de assumirem facções religiosas extremistas como foi no Irã [Estado Islâmico] após a revolução Islâmica. Vemos esta região em ebulição e o destino das mesmas ainda é incerto, porém sem dúvida, pesam devido às origens destes inimigos natos de Yaoshor’ul.

 

Revolta árabe no Egito - Países envolvidos na chamada “Primavera árabe”.

 

Países árabes que estão em Conflito Interno no Oriente Médio

NOTA: As mudanças atuais dos países árabes representam as incertezas dos regimes que serão adotados naquela região e qual será o novo posicionamento geopolítico naquela região em relação a Yaoshor’ul. Nota-se que o Egito depois destas transformações aceitou a provocação do Irã a Yaoshor’ul permitindo que duas fragatas Iranianas passassem pelo canal de Suez. As hostilidades antigas parecem estar de volta, antes do acordo de Paz entre Muhammad Anwar Al Sadat e Menachim Begue em 1979 do Egito e Yaoshor’ul.

 

5. Gog e Magog.

Veio a mim a palavra do CRIADOR, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto para Gog, terra de Magog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal, e profetiza contra ele, e dize: Assim diz o CRIADOR, nosso UL: Eis que eu sou contra ti, ó Gog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal; e te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos eles vestidos de armadura completa, uma grande companhia, com pavês e com escudo, manejando todos a espada; Pérsia, Cuche, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gomer, e todas as suas tropas; a casa de Togarma no extremo norte, e todas as suas tropas; sim, muitos povos contigo. Prepara-te, sim, dispõe-te, tu e todas as tuas companhias que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. Nos últimos anos virás à terra que é restaurada da guerra, e onde foi o povo congregado dentre muitos povos aos montes de Yaoshor’ul, que haviam estado desertos por longo tempo; mas aquela terra foi tirada dentre os povos, e todos os seus moradores estão agora seguros. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo. [Ez 38:1-9].

Em um futuro muito próximo, uma nuvem escura, descerá na minúscula nação de Yaoshor’ul. Esta nuvem é um grande exército formado por uma aliança militar conduzida e patrocinada pela Rússia. Entre os aliados incluem: Irã, Iraque, Afeganistão, Etiópia, Sudão, Líbia, Alemanha, partes de Europa Oriental, sudeste da Europa, Turquia e várias outras nações. Isto é o que Escrituras predisse há milhares de anos atrás pelo profeta Ezequiel/Kozoqi’ul. Esta é a invasão de Magog; isto acontecerá e já estão se aliando para a peleja. Logo UL colocará um gancho no queixo de Magog e puxará este exército para a batalha.

Depois da grande inundação, Noé/Nokh e os três filhos encheram toda a terra. Todos nós descemos dos três filhos de Noé: Sem, Cão e Yafet. Em Gênesis/Bereshit, capítulo 10, a Escrituras lista os 70 grupos tribais originais; e, a eles se referem freqüentemente os estudo Bíblicos, como a origem das Nações. Para entender Ezequiel/Kozoqi’ul corretamente 38 e 39, nós precisamos identificar Gog, Magog e os aliados. As Escrituras, sempre é a melhor fonte para entender a profecia. Assim é desta origem das Nações que nós começamos a aprender a identidade de Gog e Magog. Magog era um dos filhos de Yafet.

Bereshiyt 10

O mapa das nações

1Os descendentes de Nokh são os seguintes: Shem, Cam e Yafet que lhe nasceram antes do dilúvio. 2Os filhos de Yafet foram: Gomer, Magog, Madai, Yavã, Tubal, Meseque e Tiras. 3-4Os filhos de Gomer: Asquenaz, Rifa e Togarma. E os filhos de Yavã: Elisá, Tarshish, Quintim e Dodanim. 5Os descendentes destes tornaram-se povos marítimos, conquistando terra além mar, formando nações, cada uma com a sua língua diferente. 6Os filhos de Cam foram: Cuche, Mizraim, Pute e Kena’anu. 7Os filhos de Cuche: Seba, Havila, Sabta, Roemáh e Sabteca. E os filhos de Roemáh: Seba e Dedan. [Gn 10:1-7].

A maioria dos peritos identificam Magog como sendo associado com o povos antigos conhecido como Citas. O Historiador, Flavio Josefo, identifica Magog claramente: ”Magog fundou o magogueanos, assim nomeado depois dele, mas que estes eram chamados pelos gregos de Citas“. Outra fonte segura vem de Herodes, conhecido como o ”Pai da História“. Herodes escreve sobre as estranhas e selvagens práticas dos descendentes de Magog conhecidas como Citas: “Eles bebiam o sangue do primeiro inimigo que eles matavam; eles levavam as cabeças das vítimas aos chefes; eles negociavam com os inimigos deles e usava os escalpos como ”guardanapos“; eles usavam as peles das vítimas para cobrirem-se como cobertor; eles bebiam sangue dos inimigos em seus crânios; eles confraternizavam entre si bebendo o sangue um do outro misturado com vinho. Os Citas ”banho tomado” no vapor de sementes de linho aquecidas. Quando o rei morria, eles sacrificaram uma das concubinas e vários criados juntamente. Depois de um ano, eles comemoraram a morte dele sacrificando cinqüenta criados e cinqüenta cavalos...”. Já pensou viver assim, com um povo deste tipo?!

 

Mapa da ocupação dos Citas

 Na mitologia grega os Citas descendem de Foices, o mais jovem dos três filhos de Hercules, ao dormir com uma meia víbora e meia mulher. O nome dos Citas cobrem várias tribos nômades das estepes russas, uma área fértil do norte da Ucrânia no Mar Negro. Outras tribos relacionadas ocuparam a área ao leste do Mar Cáspio. A área cercada pelo Citas estendeu do meio-Volga para os montes Urais além do norte. Eles colonizaram Mídia, Partos, Pérsia, a Ásia Central e até os limites da China. Escritores árabes confirmam isso no idioma árabe o nome que eles chamam a Grande Muralha da China é chamado: “a muralha de Magog” porque a Grande muralha foi construída para manter os exércitos de Magog do lado de fora. Esta muralha protege uma área de cerca de 2.000 milhas quadradas na fronteira da anterior União soviética, ou Rússia nos dias atuais.

 

Grandes muralhas da China conhecidas como Muralhas de Magog pelos árabes

Assim, então quem é Gog? Gog é obviamente o líder de Magog; ele é o ”Príncipe de Rôs, Meseque e Tubal”. Assim, Gog será o líder desta horda militar Russa. As Escrituras não nos conta exatamente quem é Gog. Atire Missler, professor de bibliologia é uma autoridade internacional na Rússia e no Oriente Médio e traz luz sobre a identidade de Gog. Está no livro dele, ‘A Invasão de Magog’ quando ele descobriu uma referência interessante sobre Gog no livro de Amós e que foi negligenciada amplamente. A versão tradicional de Amos 7:1 como segue:

O CRIADOR, nosso UL, assim me fez ver: e eis que ele formava gafanhotos no princípio do rebentar da erva serôdia, e eis que era a erva serôdia depois da segada do rei. [Am 7:1].

Nossa Escrituras traz a sua tradução do texto Massorético, do século IX. Porém, uma tradução mais antiga do Velho Testamento em grego, conhecida como a Septuaginta, nos traz uma reveladora diferença em Amos 7:1 - ”O CRIADOR, nosso UL, assim me fez ver; vê um enxame de gafanhotos que estava vindo, e vê, um dos gafanhotos devastadores jovens era Gog, o Rei “. Amós 7:1 (LXX).

A identificação de Gog como o rei dos gafanhotos teria implicações profundas. Pv 30:27 revelam que “os gafanhotos não têm nenhum rei”, insinuando que não são fáceis de governar; portanto os “gafanhotos” de Amos 7 não seriam gafanhotos naturais, mas sim um simbolismo que nos revela alguma outra coisa. Nós encontramos uma passagem semelhante em Gilyahna/Revelação capítulo 9 onde são descritos gafanhotos tendo um rei, e é claramente identificado como sendo de natureza demoníaca e descontrolada.

Da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o que têm os escorpiões da terra. Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na fronte o selo de UL. Foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem. E o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem. Naqueles dias os homens buscarão a morte, e de modo algum a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles. A aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia como que umas coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens. Tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como os de leões. Tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos que correm ao combate. Tinham caudas com ferrões, semelhantes às caudas dos escorpiões; e nas suas caudas estava o seu poder para fazer dano aos homens por cinco meses. Tinham sobre si como rei o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abaddon e em grego Apolion. [Ap 9:3-11].

OBS: Os árabes eram simbolizados como gafanhotos na Escrituras, inseto característico do deserto que não tem governo sobre si, isto é, vem em enxames destruir as plantações como uma horda sem rei.

O Helicóptero, ilustra bem  a visão de Yaohukhanan em Apocalipse

Abaddon uma palavra hebraica que significa: Ruína e destruição (Jó 31:12); Lugar de destruição; o Abismo, reino dos mortos (Jó 26:6; Pv 15:11); aparece personificado (Ap 9:11) como Abaddon e em grego por Apolion, denotando o anjo e príncipe do inferno; o ministro da morte e autor da destruição na terra. A Vulgata faz o grego Apolion como Exterminans que do latim quer dizer, “destruidor”. A identidade de Abaddon com os Asmodeus, o demônio da impureza, foi associado também. Em Jó 26:6 e Pv 15:11, a palavra acontece junto com Sheol.

OBS: O Vale da Multidão de Gog, mostra em detalhes o cenário da destruição causada. (cf. Ez 39:1-12)

Vale da multidão de Gog

Então temos Gog, da terra de Magog (a Rússia) e o rei dos gafanhotos (árabes) indicando que o líder russo conduzirá uma invasão a Yaoshor’ul, dando apoio aos árabes; conjuntamente com o anjo-príncipe do inferno, satanás! Tão claramente, esta invasão Russa é de fato outra tentativa de satanás contrariar o plano de UL.

 

6. Identificando os Aliados de Gog.

Identificamos Gog e Magog, mas quem são os demais aliados que compõem esta volumosa aliança militar que descerá contra a minúscula nação de Yaoshor’ul?

... e dize: Assim diz o CRIADOR UL: Eis que eu sou contra ti, ó Gog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal; e te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos eles vestidos de armadura completa, uma grande companhia, com pavês e com escudo, manejando todos a espada; Pérsia, Cuche, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gomer, e todas as suas tropas; a casa de Togarma no extremo norte, e todas as suas tropas; sim, muitos povos contigo. [Ex 38:3-6].

Esta invasão liderada por Gog inclui vários aliados listados pelos seus antigos nomes tribais:

Meseque: Meseque era o sexto filho de Yafet, o filho de Noé/Nokh. Ele é identificado como Musqui nome antigo dos assírios e o Muscoi dos escritores clássicos gregos. Inscrições assírias os descrevem como habitando Frigia em Anatólia, ao norte (a Turquia moderna). Herodes identifica Musqui com o sudeste das montanhas do Mar Negro, a parte nordeste da atual Turquia. Flávio Josefos também identifica os descendentes de Meseque como morando na Turquia oriental. Alguns também fazem ligação entre Moscoi com Moscovi, o nome antigo para a Rússia.

Tubal: Tubal foi o 5º filho de Yafet e um irmão de Meseque. Inscrições assírias do 9º século a.Y. posicionam Tubal perto da parte ocidental de Meseque, na Anatólia oriental. Herodotus (historiador) também coloca a ambos ao longo das costas do sudeste do Mar Negro. Alguns associam Tubal com a forma nominal de Tobolski, da Rússia. Assim nós temos a Rússia e a maioria dos países que compuseram a antiga União soviética.

Pérsia: Inclui os descendentes de Elão, o primeiro filho de Shem e é agora o Irã moderno. Irã era conhecido como Pérsia até que mudou seu nome em 1935. “O nome Irã é derivado do termo ariana; iraniano mediano ou persidiano.

O Irã é o aliado principal na lista de Ezequiel e atualmente é o maior exportador do islamismo Fundamentalista. Assim, Pérsia a região onde encontra-se o Irã.

Cuche: Referente à terra que compreende o sul de Egito, normalmente traduzido em Escriturass inglesas como ”Etiópia“. Originalmente Cuche recorreu a um pedaço de território que compreende entre a segunda e terceiras cataratas do Nilo. Depois passou a compreender uma área mais ampla conhecida como Núbia. É visto atualmente como “a África negra”. Há dúzias de matérias primas estratégicas e essenciais para a indústria bélica e para o mundo industrial, disponível em apenas duas regiões do mundo: Rússia e África. Zaire por exemplo: tem 95% das reservas conhecidas de cromo, 52% de cobalto, 53% de manganês, 64% de vanádio e 86% do seu grupo de platina e metais raros. é por isto que o Zaire é chamado de “o Golfo Persa dos Minerais”. O EUA é quase totalmente dependente em importação destes materiais críticos. É interessante notar que a África do Sul detém o controle de 90% da provisão do mundo em platina, por volta de 94% da provisão do mundo em manganês, cerca de 90% do cromo, 95% do vanádio. Enquanto isto, a Rússia é auto-suficiente em 26 dos 36 minerais considerados essenciais para uma sociedade industrial, importando somente três minerais estratégicos: bauxita, bário e fluoreto. Assim, portanto, Cuche representa a Etiópia e partes da África central e sul.

Pute: O próximo aliado de Magog em Ezequiel/Kozoqi’ul 38. Pute era o terceiro filho de Shem, o filho de Noé/Nokh. Flávio Josefo (historiador) o identifica como o fundador da Líbia, cujos habitantes foram chamados Putites. Pute é associado com o norte da África, povoada pelo Berberes e tribos distintas de Cuche (de pele escura). Pute atualmente e cercado pela Mauritânia e o Mahgreb: Argélia, Tunísia, e Marrocos. Assim nós temos a Líbia, Argélia, Tunísia e Marrocos...

Gomer: O próximo aliado mencionado é Gomer. No Talmud babilônico o Gomer Bíblico, o pai de Asquenaz, é vertido para ”Germânia“. Gomer também é associado com o Cimerianos que eventualmente se estabeleceram nos vales do Reno e do Danúbio. Assim Gomer atualmente compreende a Alemanha e Áustria.

 

7. Palavra do Islamismo

”Brigue e mate os infiéis (pagãos) onde quer que você os ache, e os agarre, maltrate eles, e planeje toda estratagema de guerra na espera deles”. –Alcorão, Sura 9:5,

”Crentes (muçulmanos), não traga nem judaico nem cristão para ser seus amigos: eles são os amigos um dos outros. Quem de você busca a amizade deles se tornará um do número deles, e o criador não guia malfeitores (judeu e cristão)“. Alcorão, Sura 5:51-5:74,

A expansão do mundo islâmico já não pode ser ignorada. Eles têm os recursos: do petróleo, o suporte de sua economia e agora, possuem armas nucleares. A “Jihad” chamada guerra Santa não é contra os judaicos, é dirigido contra o mundo inteiro não muçulmano. O mundo do Islã no seu universo é dividido em duas partes: Dar Al Islam, o domínio do crente (para Islã); e o Dar Al Harb, esses com quem eles estão em guerra até Dia do Julgamento!

Islã comanda quase 2 bilhões partidários, e é claramente atualmente a religião que mais cresce (rapidamente) no mundo. Neste século21º, Islã é a maior ameaça ao cristianismo – diga-se apostatado – e ao mundo livre. Na Inglaterra, há mais muçulmanos que cristãos evangélicos, mais de 1.000 igrejas (cristãs) foram convertidos em mesquitas. Há mais muçulmanos que judaicos no Norte da América. Existem quase 2.000 mesquitas no EUA.

É interessante notar que o Islã não começou com Muhammad (Maomé). Antes do advento de Muhammad, o Sabeus na Arábia, já pertenciam à religião astral; na adoração de corpos celestes. A lua foi vista como uma deidade masculina; o sol, uma deidade feminina e as estrelas foram vistas como a descendência deles. Jejuar era, e ainda é terminado pela lua crescente.

Lua Crescente Árabe

Um dos nomes para o deus-lua era “Sin” e foi elevado ao topo do panteão babilônico por Nabodnidus em um esforço de fazer a religião babilônica mais aceitável para os assuntos deles e os Árabes e o Arameus que cultuavam o deus-lua, não teve dificuldades em identificá-lo com Marduk, a deidade babilônica suprema associada principalmente com a cidade da Babilônia.

 

Nabonidus, rei devoto da divindade da Lua crescente na Babilônia

 SIN o deus-lua, “o Controlador da Noite”, teve a lua crescente como seu emblema e o calendário lunar (o nosso é luni-solar) é nele baseado; tornando-se símbolos religiosos primários do Islã.

 

Símbolo da lua crescente dos países árabes (ex: Band. da Líbia)

 

 

Mural assírio em Anatólia.

 

Aqui vemos mais um exemplo do símbolo do Islã.

Acima, o símbolo do Islã, que até hoje honra a Sahar Hilal, o deus do Crescente lunar.

O deus-Lua foi adorado na Arábia como Al-llah, depois simplesmente Alah. Alah é o ”criador do Ka’aba” (cubo negro), o centro de adoração árabe, constituído de mais de 360 ídolos. Devido a seu local e importante pólo comercial, Meca se tornou o centro de todas as religiões pagãs da Arábia.

Mecca: Black Cub

A natureza do Islã é um legado de ódio; nascido do engano desbancou em violência. Islã quer dizer “submissão”; originalmente, aquela disposição e determinação de um guerreiro em defender sua tribo até a morte.

A natureza de Alah, o criador do Islã difere grandemente do nosso UL. O Alah (deus) islâmico é desconhecido, impessoal, caprichoso (assim, indigno de confiança). O UL do Velho Testamento é imutável, invariável; que faz promessas e as mantêm firmes. Principais contrastes entre Muhammad e Yaohu’shua hol’Mehushkyah: Muhammad não era sem pecado (Sura 40:55); ele nunca executou um único milagre (Sura 17:91-95); ele não morreu por ninguém. Yaohushua, é diferente: Muhammad está morto e nenhuma relação pessoal com ele é possível; enquanto que Cristo vive e intercede pelos pecadores.

Não é o tamanho de Yaoshor’ul que é o problema para o Islã: é a existência de Yaoshor’ul que é o problema. Todos o islamitas são condicionados para a destruição total de Yaoshor’ul. Assim não importa quanto de terra Yaoshor’ul conceda a eles ou que possa fazer de melhor; sempre sua existência será um espinho para eles. A batalha de Ezequiel 38 seria a tentativa islâmica para remover este espinho de uma vez por todas? A Rússia se alinhou com a maioria das nações listada em Ezequiel 38, colocando-se como provedor deles de armas e até mesmo assinando tratados com estas nações para protegê-los no caso de guerra. As condições são propícias para cumprir o que encontramos em Ezequiel; o anzol já esta posto no queixo de Gog, para que UL puxe com sua linha até o lugar preparado para derramar seu juízo. (Vale do Megido e de Yao'shuafat ).

 

8. A Invasão

Prepara-te, sim, dispõe-te, tu e todas as tuas companhias que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. [Ez 38:7].

Magog (a Rússia), há de ser o líder e provedor. Não é mera coincidência que a Rússia hoje é o provedor principal de armas e tecnologia aos mesmos aliados mencionados na profecia!

Depois de muitos dias serás visitado. Nos últimos anos virás à terra que é restaurada da guerra, e onde foi o povo congregado dentre muitos povos aos montes de Yaoshor’ul, que haviam estado desertos por longo tempo; mas aquela terra foi tirada dentre os povos, e todos os seus moradores estão agora seguros. [Ez 38:8].

Magog (a Rússia) conduzirá a invasão contra o Yaoshor’ul. Os judaicos estiveram dispersos durante quase 2.000 anos e, finalmente UL, milagrosamente iniciou a sua restauração “devolvendo-lhes” parte de seus territórios originais (bíblicos), a Terra Prometida; da maneira que as Escrituras predisse que seria.

A Rússia há de ser o líder e provedor daquelas nações com seus antigos nomes descritas em Ezequiel/Kozoqi’ul capitulo 38. Não é nenhuma coincidência que a Rússia hoje é o provedor principal de armas e tecnologia aos mesmos aliados mencionados na profecia!

Depois de muitos dias serás visitado. Nos últimos anos virás à terra que é restaurada da guerra, e onde foi o povo congregado dentre muitos povos aos montes de Yaoshor’ul, que haviam estado desertos por longo tempo; mas aquela terra foi tirada dentre os povos, e todos os seus moradores estão agora seguros. [Ez 38:8].

 

Avião Russo (Mig 31 Fox) vendido aos árabes para guerra.

Magog (a Rússia) conduzirá a invasão contra o Yaoshor’ul. Depois de os judaicos estarem dispersos durante quase 2,000 anos, UL milagrosamente restaurou a terra prometida a eles da mesma maneira que a Escrituras predisse! Isso demonstra a autoridade e fidedignidade das Sagradas Escrituras como a palavra do Criador, o nosso UL, Vivo!

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